Blog feito , para debater,discutir e criticar temas modernos, com uma linguagem rápida ou lenta, objetiva ou subjetiva; que todos ou ninguém entenda, então que assim seja.. lets go!
sábado, 22 de fevereiro de 2014
liberdade?
Eu quero ser livre, mas no momento me sinto como um pássaro dentro de uma gaiola. A gaiola é o mundo, a gaiola é minha mente. Um filósofo uma vez disse, que nunca vamos ser livres, que a liberdade é perigosa. Mas eu não consigo entender, eu quero ser livre, livre para viver. Como pode? como pode ser? Mas à principio, a liberdade começa dentro de nós.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Minhas conjecturas
Será que os nossos desejos são realmente nossos? Ou será dos outros? A autonomia para fazer as próprias escolhas parece ser tão difícil. Espero que seja só uma aparência, porque a partir do momento que é possível nos conhecer; nossa identidade( não só o número do RG), nossos sentimentos, emoções, desejos, preferências; fazer as escolhas adequadas na vida torna-se mais viável. O trabalho do profissional adequado é um dos caminhos para a descoberta de nossa identidade, por vezes conturbada e indecisa, com a variedade de opções. Mas também esse trabalho pode ser feito pela auto observação e através das experiências diárias.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Já me perdi no que eu iria falar. foi-se a hora que apenas coisas simples eram importantes, hoje a complexidade reina. É preciso ser melhor em tudo, A disputa parcial de uma parcela privilegiada, a outra apenas escrava. A porcentagem me surpreende, a minoria tem tudo, a maioria tem quase nada. E a vida procede como se fosse normal, porque o que é normal, exatamente as 5 da tarde, no dia 10 de fevereiro, me assusta. Eu nasci em uma era em que já existia muitas eras antes de mim, e muitas coisas vão vim logo depois que eu desaparecer. No barranco da maratona, temos que passar a porcentagem da vida que parece ser infinita, a malhar o corpo ou cérebro ou os dois.
Por que ele fez isso? Por que ela faz melhor? O tempo que se esgota e perguntas que não passam. O público aplaude o que melhor te agrada. A vida cheia de obstáculos: a dança do menino de rua, e o carro luxuoso passando ao lado, por detrás de vidros escuros, o homem prefere ficar calado. Tudo isso em um só espetáculo cercado de pobreza e também riqueza. Raciocínio e devaneio, o corpo que me presenteio com cama cheirando a flores, e do outro nem um só travesseiro.
A crise
O tempo é tão curto que eu não tenho tempo para viver. O pesar do pensar me cansa. A melancolia e o otimismo, a fé e a desesperança, dois lados opostos, dois caminhos, uma linha tênue, duas escolhas, uma maldição, a outra é glória; mas o passado condenado ao fracasso, podrifica o futuro, o presente irreal de expectativas fajutas. A hora que se apressa a passar, e eu pensando como se tudo tornaste a parar.
A boca rachada se dispara a rir, a rir das coisas boas e também ruins. É melhor rir do que se por a chorar. A alegria que as vezes não contagia, mas a tristeza, ela sim, parece está pronta para ficar.
A boca rachada se dispara a rir, a rir das coisas boas e também ruins. É melhor rir do que se por a chorar. A alegria que as vezes não contagia, mas a tristeza, ela sim, parece está pronta para ficar.
Assinar:
Comentários (Atom)