sábado, 29 de dezembro de 2012


Ladrão filho da puta, seja atropelado por um caminhão que esmague sua cabeça, tire seu encéfalo, extermine todos os seus órgãos e membros que eles apodreçam ou que um avião caia na sua casa, tire a vida de toda sua família e que meu celular fique inteiro, que ele te traga muita radiação e você pegue um câncer e ninguém lhe dê amparo, que mais tarde você vai pedir a minha ajuda, mas ao contrário eu vou esmagar sua cabeça ate sair o liquido de suas entranhas.
Pode não ser nessa vida, ou na outra, mas eu voltarei, me encontrarei com você novamente, me vingarei. Sei  exatamente que a vingança é um veneno que eu tomo querendo que o outro morra, mas é um prato de que se come frio. Sou paciente, apenas esperarei, tirarei sua vida e seus últimos suspiros, a minha volúpia é te ver sofrer. As chamas de minha raiva, a minha revolta devora-me ao mesmo tempo que me dão poder, me deixam vazia e insaciável,  esse realmente é o preço de uma vida?
Você é  apenas um pobre desgraçado que não tem onde cair morto e continue assim  pelo o resto da sua medíocre demência na terra. As vezes tenho pena, só que minha pena é menor do que o meu ódio. Porque hoje posso ser a vitima, amanhã posso ser a vilã e não quero que isso aconteça, mesmo que todas as estrelas não conspirem ao meu favor. Não quero isso.
Se é o destino, por que ele está sendo tão injusto comigo? Odeio o destino.
Não esperava finalizar o ano quase morrendo, mas as coisas acontecem  injustiças, violência, mortes, assaltos, estão por todas as partes. Só queria respirar bem fundo e ter a esperança de um dia melhor, que as pessoas não sejam assim tão apáticas deslocadas e insensíveis,  que  não precisem saciar suas vontades desrespeitando os outros, porque meu senso de justiça e de  fazer o bem também poderá ocasionar consequências imprevistas, porque o meu ódio  a minha raiva, meu lado sádico não é maior que minha inteligência e minha capacidade de ajudar, fazer o bem e desejar o bem. Assim espero e que eu nunca mais precise ou tenha o desprazer de fazer a justiça com as próprias mãos. Porque a vida  vale mais que uma mercadoria.

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