segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A crise

O tempo é tão curto que eu não tenho tempo para viver. O pesar do pensar me cansa. A melancolia e o otimismo, a fé e a desesperança, dois lados opostos, dois caminhos, uma linha tênue, duas escolhas, uma maldição, a outra é glória; mas o passado condenado ao fracasso, podrifica o futuro, o presente irreal de expectativas fajutas. A hora que se apressa a passar, e eu pensando como se tudo tornaste a parar.
A boca rachada se dispara a rir, a rir das coisas boas e também ruins. É melhor rir do que se por a chorar. A alegria que as vezes não contagia, mas a tristeza, ela sim, parece está pronta para ficar.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Eu prometi que não iria escrever nada sobre minha vida pessoal neste blog. Mas preciso ''desabafar'', porque as vezes têm certos defeitos na gente que a gente não consegue suportar. Se eu não fosse eu, acho que suportaria todas as diversidades da vida, mas ninguém está na minha mente pra saber o que se passa nela. Ou será que sou muito exigente comigo mesma? Porque sinceramente esse senso autocritico não está ajudando em nada a minha sanidade mental. Acho que ninguém deve perceber isso, porque escondo muito bem, não faço questão que alguém saiba. Mas agora alguém vai ler e vai saber.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Mas que mundo é esse onde meu conhecimento é  limitado? Parece que as minha visão epistemológica ainda está míope, cheia de borrões e névoas e só com o aprendizado e experiência eu ficaria com a visão menos patológica e limitada. Parece que não consigo olhar para os lados, mas a culpa não é da minha visão, o meu sistema nervoso parece não corresponder ao que eu quero descobrir. Eu sinto que há algo dentro de mim que precisa de respostas e a verdade ainda está longe, se é que ela existe, ou é uma utopia criada por mim  mesma para se sentir melhor e reconhecer minha insignificância no universo? Mas por que é tão difícil para mim, expressar-me por meio de palavras, o que as palavras jamais suprirão meus sentimentos que ainda não têm nomes? Quando eu penso o qual não sou tão especial assim, mas que não há ninguém igual a mim, ou quando eu penso que não conseguirei chegar a nenhum lugar com isso tudo, pois a única coisa que desejo nesse momento é pensar em algo significativo. Quero raciocinar por mim mesma e não pelos outros, algo que não é tão fácil de sair das amarras. As vezes questiono, se estou pensando tirando as minhas próprias conclusões ou com as conclusões de outras pessoas...

domingo, 27 de janeiro de 2013

Não consigo imaginar uma força que seja maior que o meu ''eu'' e de alguma forma consegue controlar as entranhas do meu subconsciente. De qualquer maneira, acredito que basta querer e ter força de vontade para que certas coisas  possam passar a acontecer e um pouco de sorte também.
''Não consigo,'' é preciso parar de mencionar esta palavra, porque nem sempre quando as coisas não estão indo da maneira que é planejada a culpa é do destino, mas apenas a sua e unicamente da sua consciência que no fundo insiste em dizer que aquilo não vai dar certo. Acredito que possamos conquistar e destruir qualquer barreira, e que lá no fundo temos uma poderosa força que não conhecemos.Essas poucas pessoas que sabem usá-la, saíram do cárcere dos próprios problemas, souberam interpretar a vida e descobriram e conquistaram o universo da mente humana.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Revolta Divina (?)

Se Deus existe, eu não sei que Deus é esse, injusto, idiota, que não faz nada pra mudar esse mundo imundo contaminado pela impurezas das pessoas, dos males, das inquietudes, de todas as coisas enfadonhas que destroem um ser, que destroem a vida e tudo aquilo que o '' todo poderoso'' criou... Se Deus existe, apenas o tenho raiva, onde quer que esteja, no seu altar pomposo, rico e atraente, eu não vejo nenhuma mudança cá embaixo... Qual o objetivo de criar seres viventes? gostas de brincar? Gostas de brincar com minha vida? Pois eu te tenho apatia, desgosto. Qual o objetivo de se criar pessoas imperfeitas? Por que não logo a perfeição? Será inveja isso. Por que me proporciona certos destinos, e logo eu que não acredito em destino passo a acreditar, fui destinada a isso mesmo, se estou pagando todos os meus pecados, me perdoe, mas não vou ajoelhar nem beijar seus pés.

Ladrão filho da puta, seja atropelado por um caminhão que esmague sua cabeça, tire seu encéfalo, extermine todos os seus órgãos e membros que eles apodreçam ou que um avião caia na sua casa, tire a vida de toda sua família e que meu celular fique inteiro, que ele te traga muita radiação e você pegue um câncer e ninguém lhe dê amparo, que mais tarde você vai pedir a minha ajuda, mas ao contrário eu vou esmagar sua cabeça ate sair o liquido de suas entranhas.
Pode não ser nessa vida, ou na outra, mas eu voltarei, me encontrarei com você novamente, me vingarei. Sei  exatamente que a vingança é um veneno que eu tomo querendo que o outro morra, mas é um prato de que se come frio. Sou paciente, apenas esperarei, tirarei sua vida e seus últimos suspiros, a minha volúpia é te ver sofrer. As chamas de minha raiva, a minha revolta devora-me ao mesmo tempo que me dão poder, me deixam vazia e insaciável,  esse realmente é o preço de uma vida?
Você é  apenas um pobre desgraçado que não tem onde cair morto e continue assim  pelo o resto da sua medíocre demência na terra. As vezes tenho pena, só que minha pena é menor do que o meu ódio. Porque hoje posso ser a vitima, amanhã posso ser a vilã e não quero que isso aconteça, mesmo que todas as estrelas não conspirem ao meu favor. Não quero isso.
Se é o destino, por que ele está sendo tão injusto comigo? Odeio o destino.
Não esperava finalizar o ano quase morrendo, mas as coisas acontecem  injustiças, violência, mortes, assaltos, estão por todas as partes. Só queria respirar bem fundo e ter a esperança de um dia melhor, que as pessoas não sejam assim tão apáticas deslocadas e insensíveis,  que  não precisem saciar suas vontades desrespeitando os outros, porque meu senso de justiça e de  fazer o bem também poderá ocasionar consequências imprevistas, porque o meu ódio  a minha raiva, meu lado sádico não é maior que minha inteligência e minha capacidade de ajudar, fazer o bem e desejar o bem. Assim espero e que eu nunca mais precise ou tenha o desprazer de fazer a justiça com as próprias mãos. Porque a vida  vale mais que uma mercadoria.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Pode ser até neurose minha, mas eu não sei. As vezes não confio na minha própria mente. Mas contudo sinto que sou forçada a fazer algo, a SER alguma coisa na vida, a produzir, a trabalhar. Não quero fazer nada, apenas ficar em meu mudinho medíocre, sei  a vida passa e, a cada segundo sinto mais essa necessidade de fazer nada, de me esconder e não conseguir me achar. Muitas vezes me comparo, me sinto pior e sou obrigada a fazer algo novamente porque não quero ficar para trás, logo não sou contente e volto a primeira situação.